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Historial

Galegos S. Martinho, freguesia situada num vale entre o Monte do Facho e o designado “Monte de Bois”, junto ao qual passa o Rio Cávado, tem a Norte, um relevo mais acentuado do que a Sul, pelo que apresenta, mesmo aqui, habitações construídas em solo rochoso. Distando, aproximadamente cerca de 6 km da sede de concelho, confronta com as freguesias de: a Norte, Oliveira e Roriz; a Nascente, Lama e Areias S. Vicente; a Sul, Manhente; a Ponte, Galegos Santa Maria. Com uma área de 310 hectares, conta, hoje, com cerca de dois mil habitantes, distribuídos pelos seus 15 lugares.

Galegos S. Martinho foi crescendo, a par e passo, ao longo dos tempos. Com uma dúzia de moradores, no século XVI, passou, no século XVII, para 70 vizinhos e no século seguinte chegou a ter mesmo 130 fogos, para no século XIX atingir uma população de cerca de 350 habitantes.

Como freguesia teve a sua origem no Mosteiro de S. Martinho de Manhente, fundado, no século VI, por Theodomiro, rei dos Suevos e por S. Martinho primeiro Bispo de Dume. Sendo composto por S. Martinho de Manhente e ainda por parte das freguesias de Tamel S. Veríssimo, Galegos Santa Maria e Areias S. Vicente, estas terras que Galegos S. Martinho também integrava, foram doadas a Gomes Ramires, por D. Afonso Henriques.

Em 1260, D. Afonso III atribui, por foral, estas terras que conjuntamente com as freguesias de Oliveira, S. Romão da Ucha, S. Veríssimo do Tamel, Roriz, Igreja Nova, Lama e Manhente formam o concelho de Prado.

Em 1834, com a supressão do Couto de Manhente, passa para o concelho de Barcelos sendo, no entanto, só entregue no ano de 1837.

Galegos S. Martinho é, hoje, uma freguesia atractiva pelo seu artesanato, com destaque para o barro e a porcelana. Como motivos de visita e apreciação tem alguma monumentalidade, da qual se destaca a Igreja e o Cruzeiro Paroquial, a Capela de Santa Marinha e as Casas de Campos, Telheira, Quitérias e da Bouça. Muito ligada à indústria têxtil, à cerâmica, à olaria e à agricultura, se bem que com índices inferiores, também gera rendimentos consideráveis. Porém, o comércio e os designados Serviços têm reflectido o crescimento equilibrado e progressivo desta localidade onde, cada vez mais, se procura o bem-estar e a qualidade de vida. Como filhos ilustres da terra, temos: 

Padre João de Deus – Fundador da Igreja Paroquial em 1899;

Padre Paulino da Silva Ferreira dos Santos – Principal impulsionador da construção do Salão Paroquial;

Rosa Ramalho – Artesã – Os seus bonecos de barro desde muito cedo, despertaram a curiosidade no mundo artesanal. Ao casar, abandonou a sua arte durante 50 anos e apenas voltou, em 1956, depois de enviuvar. Nesta altura é descoberta pela Escola Superior de Belas Artes e pelo pintor António Quadros que a levam a expor na Academia Alvarez do Porto, em 1958. A partir daí, ultrapassou o usual conceito de artesanato para o da criação artística, onde a sua memória e o seu nome – Rosa Ramalho – nunca mais foram esquecidos.

Galegos S. Martinho tem, hoje, como meta do seu sonho a vontade de fazer crescer e desabrochar os mais novos para o mundo da evolução sócio-cultural onde os conceitos de educação, humildade, trabalho, cooperação, acção, lealdade e simplicidade devem fazer parte dos seus movimentos desportivos, recreativos e religiosos.


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Sextas-Feiras, Sábados, Domingos e Feriados

 Abertura:  08h00

Encerramento: 20h30

 

(Outubro-Março)

Sextas-Feiras, Sábados, Domingos e Feriados

 Abertura:  08h00

Encerramento: 18h30


Galo de Barcelos

Aqui nasceu o verdadeiro

"Galo de Barcelos"


Artesã

"Rosa Ramalho"

Artesã Rosa Ramalho